segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

…ela já não escrevia o que vinha de seu coração. Suas palavras nas bocas e pensamentos daqueles em quem não queria acreditar. Sua relutância em não observar o óbvio era irritante… sem sentido. Parar? Por quê?  Continuar? Pra quê?


(extraído do Helola's blog)

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